Quais Têm Sido Suas Prioridades?

•24/08/2009 • Deixe um comentário


Estava imaginando se Jesus tivesse vindo a terra em nossos dias e não há 2000 anos.

Com que tipo de pessoas Jesus andava há 2000 anos? Cobradores de impostos, prostitutas, leprosos, samaritanas, mulheres, etc. Pessoas que, para a época, eram mal vistas pela sociedade, imorais, com posições religiosas questionáveis, desonestas.

E quem seriam hoje esses? Políticos corruptos? Prostitutas? Traficantes? Mendigos? Assassinos? Estupradores? E por aí vai. Você conhece alguém assim? O que faz por eles?

Jesus andava pelas ruas, no meio do povo, Ele estava onde o povo estava. Onde O encontraríamos hoje? Numa Igreja? Numa favela? Na praça pregando e ensinando? Num presídio? Em que lugares você tem falado de Deus? Somente nas reuniões da Igreja e de seus grupos de discipulados?

Jesus falava sobre vários assuntos. Falava sobre pescar, sobre plantar, sobre fazer pães, sobre festas e tantos outros assuntos comuns e rotineiros e conseguia sempre usar a conversa para falar sobre o Reino de Deus. Você tem conversado sobre assuntos “normais”, política, futebol, saúde, etc. sem ser chato e mesmo assim falar do Reino de Deus?

Jesus fez milagres de todo tipo. Transformou água em vinho, multiplicou Paes, curou, ressuscitou, perdoou, curou almas. Porém não fez nenhum em seu benefício. Nunca pediu nada para si mesmo. Aliás, pediu uma vez. Pediu ao pai que se fosse possível deixasse passar o cálice, que não se consumasse a crucificação que estava perto. Mas ainda assim colocou a vontade do Pai acima de tudo. E a resposta foi não. Que milagres você tem buscado? Prosperidade? Falar em línguas? Atender suas necessidades pessoais? Ou tem colocado a vontade de Deus acima de tudo e buscado amar ao próximo como a si mesmo?

Jesus apesar de ser Judeu não defendia o Judaísmo. Tampouco atacava outras religiões. Quando a Samaritana lhe questionou sobre onde deveria adorar a Deus ele não falou para ir ao templo de sua religião, mas que a busca a Deus independe de lugar, mas sim da maneira que se busca. Como você tem falado sobre a busca a Deus? Tem falado que tem que ser na “sua” igreja? Ou tem priorizado a intimidade com Deus? Sua vida cristã tem se limitado a convidar para ir à sua Igreja?

Quais seriam as prioridades de Deus hoje? Com certeza seriam as mesmas de 2000 anos: fazer a vontade do Pai, fazer discípulos e salvar a humanidade. Quais têm sido as suas prioridades?

Piada satânica

•13/08/2009 • Deixe um comentário

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Outro dia um amigo meu me perguntou se eu não havia reparado que, no intervalo de uma geração, condutas descritas pela psiquiatria como neuróticas e até psicóticas passaram a ser aceitas como normais. Não apenas como normais – respondi –, mas como normativas, louváveis e obrigatórias. Os passos seguintes são: (a) marginalizar e criminalizar toda reação de repulsa; (b) tornar a repulsa psicologicamente impossível, expelindo-a do repertório das condutas admitidas na sociedade.

Só a paranóia indisfarçável permite, por exemplo, que, num país onde ocorrem 50 mil homicídios por ano, os assassinatos de 120 homossexuais, espalhados ao longo de um ano num território de oito milhões e meio de quilômetros quadrados, sejam descritos como uma onda genocida homofóbica. No entanto, basta alguém apelar à comparação estatística e instantaneamente ele mesmo, entre gritos de revolta e lágrimas de indignação da platéia, é acusado de homofônico e apóstolo do genocídio. A hipótese de confrontar o número de gays assassinados com o de gays assassinos, indispensável cientificamente para distinguir entre um grupo ameaçado, um grupo ameaçador e um grupo que não é nem uma coisa nem a outra, acabou por se tornar tão ofensiva que a mera tentação de sugeri-la já basta para você ser processado por homofobia, antes mesmo de haver lei que a proíba.

Mutatis mutandis, o sr. Luiz Mott alega como prova do ódio generalizado anti-gay uns noventa e poucos casos de agressões a homossexuais ocorridos num prazo de quatro meses em São Paulo, mas quem ousará cotejar esse número com a quantidade de agressões cometidas pelos próprios militantes gayzistas num só dia da Parada Gay na mesma cidade? Raciocinando pelo critério estatístico do sr. Mott, diríamos que os gays são um perigo público. A conclusão é absurda, mas decerto menos absurda do que proclamar que eles estão em perigo.

Proibido o senso das proporções, o fingimento histérico e o hiperbolismo paranóico em favor de grupos de interesse tornam-se deveres cívicos indeclináveis. A loucura tornou-se obrigatória, e quem quer que recuse ser contaminado por ela é um criminoso, um réprobo, um doente mental incapacitado para a vida em sociedade.

O sr. presidente da República acaba de dar foros de exigência estatal a essa estupidez psicótica, ao declarar que toda e qualquer oposição ao homossexualismo é “a doença mais perversa que já entrou numa cabeça humana”.

S. Excia reforça suas palavras insistindo em aparecer em cerimônias oficiais ao lado do sr. Luiz Mott, aquele mesmo que discursa sobre arte pornô abraçado à estátua de um bebê pelado do sexo masculino, transmitindo de maneira nada sutil a idéia de que bebês são ou devem tornar-se objetos de desejo sexual como quaisquer outros. A propaganda da pedofilia é aí mais do que evidente, mas, ao condecorar o sr. Mott por “mérito cultural” (como se ele próprio tivesse mérito ou cultura), o sr. Lula joga todo o peso da sua autoridade presidencial no blefe cínico que nos força a negar o que vemos e a crer, em vez disso, na encenação oficial de altas intenções humanitárias e culturais. Não há prepotência maior do que exigir que um ser humano sacrifique sua consciência, sua inteligência a até sua capacidade de percepção sensível no altar do absurdo. “Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”, perguntava Groucho Marx. Quando a piada se transfigura em realidade, o humorismo se transmuta em palhaçada satânica.

Totalmente insensível ao grotesco da sua performance, o louco sobe à cátedra e dá lições de psiquiatria, catalogando como doentes os que achem que há algo de errado em erotizar a imagem de um bebê, e ainda propondo, como terapêutica, a prisão de todos eles.

E há quem acredite que é possível discutir racionalmente, polidamente, com pessoas como os srs. Lula e Mott…

Olavo de Carvalho

Fonte: Jornal do Brasil, 12 de junho de 2008

Os Olhos do Senhor.

•13/08/2009 • Deixe um comentário

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SL 34:15: “Os olhos do SENHOR repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor”.

Os olhos do Senhor repousam sobre nós! Ele nos vê e nos guarda. Esta é uma promessa sobre o cuidado, o zelo e a proteção do Senhor – mas não é só isso. O salmista evidencia não apenas esta promessa, mas aponta para algo muito maior: “Os olhos do Senhor”. O Senhor nos vê, e a forma como Ele nos vê é totalmente diferente da forma como nós nos vemos.

Quando olhamos para nós mesmos não conseguimos enxergar nada além de “mais um cristão”, limitado, fraco, acuado em seus próprios medos, alguém cheio de promessas e chamados, mas incapaz para cumpri-los. Porém, “os olhos do Senhor” veem um filho precioso que “sozinho” pode resgatar toda uma geração; alguém que em sua fraqueza tão humana, encontrou a força do Senhor e por isso tem se levantado como um poderoso guerreiro, hábil e disposto a cumprir cada chamado e cada promessa do Senhor.

O inferno luta para que vivamos apenas o que os nossos olhos podem ver. Em Genesis (3:5) lemos: “ Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal”. Satanás sabia que se acreditássemos nisto nossos olhos não se abririam, mas, ao contrario, não conseguiriam enxergar nada além das nossas limitações humanas e nosso pecado, e trariam medo, falta de fé e desesperança.

Nossa maturidade está exatamente em abandonarmos as limitações que nossos próprios olhos nos impõem para nos entregarmos e vivermos o que os olhos do Senhor veem em nossa vida.

É NOS OLHOS DE DEUS QUE VERDADEIRAMENTE ESTÃO NOSSA IDENTIDADE, NOSSO CHAMADO, O TEMPO E A VERDADE DAS SITUAÇÕES PELAS QUAIS PASSAMOS.

Por toda a Bíblia vemos esta verdade expressa:
• Abraão (GN 15:1-6) aos seus olhos era um homem sem filhos que precisaria entregar sua herança ao mordomo de sua casa; aos olhos do Senhor, era o grande patriarca de Seu povo e sua descendência seria uma grande multidão!
• José (GN 37:27) aos seus olhos era apenas alguém rejeitado pelos seus irmãos; aos olhos de Deus, um grande governante, o grande abençoador de Israel.
• Moisés (EX 4:11-13) aos seus olhos era um homem limitado em sua fala e fraco para o que o Senhor o chamava; aos olhos do Senhor era o grande libertador de Israel, o homem mais manso, alguém que falaria com Ele face a face.
• Jeremias (JR 1:6) aos seus olhos não passava de uma criança; aos olhos do Senhor, era um dos profetas maiores e mais zelosos profetas que o mundo conheceu.

Jesus, aos olhos do homem, era um pobre judeu que foi crucificado pela loucura de suas supostas heresias; aos olhos do Senhor era seu sacrifício perfeito, o caminho que nos levaria de volta a Ele. (RM 4:17).

Como você se vê?? Não importa… o que importa é que você confie no que o Senhor vê em você!

1CO 2:9: “9 mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam”.

Fonte: Blog do Aldric

Vende-se um Chamado.

•29/07/2009 • Deixe um comentário

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    I Co 7:20, 27 Cada um permaneça na vocação em que foi chamado.
    Irmãos, cada um permaneça diante de Deus naquilo em que foi chamado.

    Vivemos numa época em que todos buscam resultados imediatos em todas as áreas. Vamos de restaurantes fast-food a banco drive-thru. Não temos tempo sequer para esperar os três segundos que o microondas leva para avisar que a água para o café solúvel está aquecida. Sem falar das celebridades dos diversos Realities shows da TV, que passam da notoriedade ao anonimato com a mesma velocidade que surgiram.

    Nestes tempos cremos que podemos manter nossa relação com Deus da mesma maneira. São bênçãos instantâneas, orações-relâmpago e até mesmo unções ministeriais fora do tempo de Deus.

    Existe honra e recompensa específica para quem serve ao Senhor. Ele é generoso e justo e se nos deu um Chamado é porque viu em nós um coração desejoso em servi-Lo sinceramente, mas algumas vezes pelas circunstâncias, vemos pessoas colocadas em determinadas posições dentro da obra que seria passageira ou transitória e pelo status que ela dá acabam por se apoderar dela abrindo mão de seu verdadeiro Chamado. Por ela passam a oprimir o povo em troca do poder e dinheiro. Perderam o amor e o temor, se é que algum dia o tiveram, em troca da glória humana. Esquecem-se do exemplo de Jesus que resistiu a tentação satânica e não se deixou seduzir pela glória e brilho do mundo (Mt 4:3-10). Vendem seu Chamado, trocam o que é eterno pelo temporal, o sagrado pelo profano e tocam naquilo que é santo com mãos imundas e cheias de sangue inocente.

    Sl 101:6 diz que “Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que habitem comigo; o que anda em reto caminho, esse me servirá.”

    Apenas os fiéis e santos servirão ao Senhor e habitarão com Ele. Precisamos avaliar qual caminho temos buscado. Qual a verdadeira motivação de nossos corações. Mais importante que nossos ministérios, cargos e posições é nosso relacionamento com o Pai.
    Precisamos de um coração humilde para dominar nosso ego e nos colocar inteiramente a disposição de Deus para que Ele realize em nós e através de nós sua boa, perfeita e agradável vontade.

Líderes Religiosos Estupram Noiva Pouco Antes do Casamento

•28/07/2009 • Deixe um comentário

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Toda vez que leio uma notícia sobre assédio ou estupro, sinto um terrível sentimento de repulsa. Principalmente quando ocorre dentro da igreja, através das mãos sujas de homens que se dizem “ungidos do senhor”. E isso tem se tornado cada vez mais rotineiro, como no caso em que um pastor foi acusado de abusar de uma menina de 12 anos. Senti nojo e vergonha ao ler essa notícia.

Mas, se sentimos essa sensação de nojo, de imundície, ao ver mulheres e crianças assediadas por homens sem o mínimo escrúpulo, porque não sentimos essa mesma sensação ao vermos a noiva de Cristo ser incessantemente estuprada por inúmeros pastores, bispos, teólogos e apóstolos? Sim, estuprada! Porque o que fazem com a igreja nos dias de hoje é um estupro; tiram a pureza, corrompem o que era intocado, imundam as vestes e, no final, deixam aquela sensação de vergonha, de humilhação. Fazem o que bem entendem com esta noiva e nenhum homem a protege ou a ampara.

E o Noivo, que a esperava imaculada, observa esse cenário de profundo desprezo para com sua noiva e percebe que, ao invés de a protegerem, protegem seus estupradores.

Essa é a situação da igreja evangélica hoje. Inúmeros pregadores e líderes pregando um evangelho mentiroso, vendendo salvação e uma falsa unção, distorcendo o que Cristo nos trouxe em vida, morte e ressurreição e seus seguidores, cegos e tolos, os protegendo e os chamando de “homens de deus”. Quem se levantará para amparar a noiva de Cristo e ir contra esses estupradores de púlpito que circulam por aí? Quem se levantará para fazer a diferença?

Essa pergunta ainda não possui resposta mas o Noivo, enfurecido, levantará soldados valentes que tragam a noiva de volta aos trajes brancos de outrora, tenho certeza.

fonte: Papo de Teólogo

Eu não evangelizo!!!

•24/07/2009 • Deixe um comentário

Comunhão

Se evangelizar é encontrar uma pessoa na rua e com toda cara de pau dizer “Jesus te ama” e dar as costas, eu não evangelizo.

Se evangelizar é tocar hino nas praças e ir para casa se achando o máximo, eu não evangelizo.

Se evangelizar é ir numa marcha para fazer propaganda de igreja e cantores, eu não evangelizo.

Se evangelizar servir para arrastar pessoas para igreja quando tem festinhas com comida e montar esquemas para ela se sentir bem-vinda somente naquele momento, eu não evangelizo.

Se evangelizar é entregar folhetos que serão jogados no chão e criará mais sujeira nas ruas, eu não evangelizo.

Se evangelizar é pregar com base para embutir culpa nas pessoas bombardeando-as com idéias de pecado e conseqüentemente o inferno para os maus e céu para os bons, eu não evangelizo.

Se evangelizar é convencer as pessoas a se protegerem do mundo dentro de uma igreja que acaba se tornando um bunker contra toda guerra espiritual e ofensivas do diabo, eu não evangelizo.

Se evangelizar é sistematizar o Evangelho, eu não evangelizo.

Agora se evangelizar é caminhar junto, estar presente na vida das pessoas, ser ombro amigo, chorar e rir em vários momentos, então eu creio que eu evangelizo. Afinal entendo que o maior evangelismo de Cristo, foi estar ao lado, foi comer junto e presenciar toda a aflição e alegria do teu próximo. Creio que evangelizar é sinônimo de relacionamento.

O verdadeiro evangelho não é feito de seguidores e sim de amigos. Portanto, se evangelizar é partilhar o pão nosso de cada dia, eu evangelizo.

Marco Finito, no blog Lion of Zion.